De decote avantajado
Pra mostrar parte do busto
Um dia a blusa abriu
Levou um tremendo dum susto
Ela passa rebolando
Com calça agarradinha
Molda as curvas do corpo
E realça a cinturinha
De postura encantadora
Desfila como ninguém
Seu corpo é uma escultura
Que a todos atém
Seus cabelos esvoaçantes
Longos pretos e lisos
Mais parece uma índia
Que saiu do paraíso
Pra mostrar parte do busto
Um dia a blusa abriu
Levou um tremendo dum susto
Ela passa rebolando
Com calça agarradinha
Molda as curvas do corpo
E realça a cinturinha
De postura encantadora
Desfila como ninguém
Seu corpo é uma escultura
Que a todos atém
Seus cabelos esvoaçantes
Longos pretos e lisos
Mais parece uma índia
Que saiu do paraíso
Sua voz semi-rouca
Penetra fundo em meu ouvido
Vai vagando pela mente
Até despertar a libido
Ao passar perto dela
Se perfume sinto ao vento
Mesmo depois que ela passa
Não apaga um só momento
Sob aquele vestidinho
De tecido lindo e leve
Esconde-se uma calcinha
Que olhar ninguém se atreve
Seus seios são duas peras
Seu batom realça a boca
Ela sabe ser notada
Mesmo que com muita roupa
Com cara de sem vergonha
Todo mundo acaba olhando
É o seu jeito de andar
Com as ancas balançando
Vai vagando pela mente
Até despertar a libido
Ao passar perto dela
Se perfume sinto ao vento
Mesmo depois que ela passa
Não apaga um só momento
Sob aquele vestidinho
De tecido lindo e leve
Esconde-se uma calcinha
Que olhar ninguém se atreve
Seus seios são duas peras
Seu batom realça a boca
Ela sabe ser notada
Mesmo que com muita roupa
Com cara de sem vergonha
Todo mundo acaba olhando
É o seu jeito de andar
Com as ancas balançando


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